Terminado o confronto contra o Ipatinga, diagnosticou-se um câncer no time do Grêmio. E não foi por falta de sintomas. Me refiro a atletas provenientes da escola carioca, no qual o futebol é visto como PELADA, sem espírito aguerrido e competitivo.
O primeiro carioquinha, Gabriel, além de utilizar chuteira ROSA e do patrocinador do rival, apresenta futebol curioso: é um lateral isopor (não vai ao fundo) e ao mesmo tempo não marca e vive tomando bola nas costas, e isso não é de hoje. Veste a 2 e acha que é meio campista, mas nas vezes que foi testado por ali, fez o que sempre faz: nada. (ok, vamos ser justos: trotou elegantemente).
Já o segundo, é o segundo porque chegou atrasado aqui no Blog por sua exímia mobilidade: André Lima, o Cone Imortal. Primeiro: temos um grupo de profissionais especializados em MARKETING, portanto, não precisamos de um representante deste grupo dentro de campo. Segundo, e mais importante: o carioquismo também impera neste individuo, que se diz Centro-Avante e ontem, contra um time do porte do Ipatinga, NÃO FINALIZOU SE QUER UMA (1) VEZ AO GOL. Terceiro: Nem eu aguento mais o chororô carioquinha do Cone com os Árbitros, que reclame de forma masculina, sem fazer beiço e sem cara de choro.
Porém, não pode-se desvalorizar a vitória de ontem. Valores como Miralles (mais um belo gol ao estilo Miralles) e Felipe Nunes estão em evidência no grupo.
Vale ressalvar que este Blogger não condena peças fracas, porém ESFORÇADAS, como Werley e Pará, que suam a camisa e ao menos mantém a pegada histórica do Tricolor (descem a lenha quando não ganham na técnica).
Abraço e segue o alento Tricolor!
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